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Palatorium walshiano: de 22 de Janeiro a 12 de Fevereiro

Duas semanas passadas desde o último concílio de palas e há que assinalar algumas novidades. Só na semana de 1 de Fevereiro chegaram às salas: o último, e praticamente consensual, Paul Thomas Anderson, Phantom Thread (Linha Fantasma, 2017), o grande vencedor do ano passado em Veneza, The Shape of Water (A Forma da Água, 2017) de Guillermo del Toro, e ainda o prémio do Júri de Cannes, Nelyubov (2017) de Andrey Zvyagintsev. Estrearam ainda o novo filme de Steven Spielberg, The Post (2017), a cooperação da grande Agnès Varda com o fotógrafo/artista plástico JR, em Visages, villages (Olhares Lugares, 2017) e Amor Amor (2017) de Jorge Cramez. Na próxima semana chegam às salas o mais recente filme de super-heróis, Black Panther (2018) de Ryan Coogler e The Florida Project (2017) de Sean Baker – com crítica do walshiano Carlos Alberto Carrilho para breve. Do palatorium anterior transitam Three Billboards Outside Ebbing, Missouri (Três Cartazes à Beira da Estrada, 2017) de Martin McDonagh, Call Be By Your Name (Chama-me Pelo Teu Nome, 2017) de Luca Guardagnino, Mudbound (2017) de Dee Rees, Aus dem Nichts (Uma Mulher não Chora, 2017) de Faith Akin, The Disaster Artist (Um Desastre de Artista, 2017) de James Franco, 47 Meters Down (O Mundo do Silêncio, 2017) de Johannes Roberts, The Commuter (The Commuter – O Passageiro, 2018) de Jaume Collet-Serra,  The Killing of a Sacred Deer (O Sacrifício de Um Cervo Sagrado, 2017) de Yorgos Lanthimos e Barbara (2017) de Mathieu Amalric. O nosso coringa é do nosso “coringado” favorito: Donald ‘almost gone with the wind’ Trump.


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