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Palatorium walshiano: de 11 de Setembro a 8 de Outubro


rentrée trouxe uma série de filmes às telas portuguesas daí que esta edição do Palatorium Walshiano esteja bem repleta de títulos das mais diversas origens. Com um atraso de alguns anos estrearam agora Las acácias (As Acácias, 2011) – vencedor da Câmera d’Or em Cannes – e Happî awê (Hora Feliz, 2015) – provavelmente um dos melhores filmes a chegar às salas portuguesas este ano; entrevistámos o realizador e escrevemos sobre o seu épico intimista de 5 horas. Há também cinema português: vindos da Berinale deste ano, A Árvore (2018) e Mariphasa (2017), da edição do ano passado, as co-produções com o Brasil, Vazante (2017) e Joaquim (2017), do festival de Roterdão, O Espectador Espantado (2016) de Edgar Pêra e de Locarno (do ano passado e deste ano), 9 doigts (2017) e Como Fernando Pessoa Salvou Portugal (2018) – dois realizadores “franceses” a filmar em Portugal, Ossang e Green. Destaque também para o entusiasmante filme de Speke Lee, o aborrecimento do cinema de Pawlikowski, os contrastes de Cosmatos, o terror místico de Trier, e os terrores poucos místicos de Laugier e Hardy. Quase a estrear está Lazzaro felice (2018) que promete correr tinta… Como sempre, a nossa tabela inclui um intruso, desta feita pela mãos de dois cineastas queridos da casa, os irmãos Safdie: um mash-up entre Pulp Fiction (1994) e o interrogatório de Brett Kavanaugh.


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