Cinema Novo (2016) de Eryk Rocha
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Palatorium walshiano: de 8 de Março a 8 de Abril


Exactamente um mês após o último concílio de palas há que assinalar algumas novidades: a desilusão generalizada em torno de Colo (2017) de Teresa Villaverde e o entusiasmo em redor de Cinema Novo (2016) de Eryk Rocha, a surpresa vinda de Jusqu’à la garde (Custódia Partilhada, 2017) de Xavier Legrand, a estreia de um filme japonês nas salas comerciais, Sandome no satsujin (O Terceiro Assassinato, 2017) de Hirokazu Koreeda, o segundo filme do ano de Steven Spielberg, Ready Player One (Ready Player One: Jogador 1, 2018), e também o segundo filme filme do ano de Johannes Roberts, The Strangers: Prey at Night (Os Estranhos – Caçada Noturna, 2018).

Ah, e claro, a estreia do mais recente filme de Jean-Claude Brisseau, Que le diable nous emporte (Que o Diabo nos Carregue, 2018), do documentário de João Moreira Salles, No Intenso Agora (2017), e do terror sul-coreano, Goksung (The Wailing, 2016) de Na Hong-ji. Continuam em exibição, o indie fofinho Lady Bird (2017) de Greta Gerwig, o tuga fofinho Ramiro (2017) de Manuel Mozos, o ideológico The 15:17 to Paris (2018) de Clint Eastwood, o complexo Correspondências (2016) de Rita Azevedo Gomes, assim como I, Tonya (2017) de Craig Gillespie, Frost (Geada, 2017) de Sharunas Bartas. Sem críticas no À pala de Walsh, mas com direito a palas na tabela: dois filmes portugueses, de Fernando Venderell e Miguel Clara Vasconcelos, um grego, Love Me Not (2017), e um filme-instalação, Manifesto (2015).

Nesta edição do Palatorium temos dois intrusos: o nosso habitual Coringa, uma espécie de performance pensada por John Cage e interpretada pela reencarnação de Renée Jeanne Falconetti, e um filme que não teve estreia comercial por ter sido comprado e distribuído pela Netflix, Annihilation (2018).


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